Aquele choque no estômago.
A saudade que batia no primeiro metro de distância.
O tempo que não andava.
O tempo que não andava.
preso à vontade que não passava.
Ela estava amando
e nada,
nada mais no mundo importava.
nada mais no mundo importava.
Mas ele nada.
Vazio e incapaz de se entregar, seguia inerte.
Imune a todo amor que lhe rodeava.
E tudo o que podia ser Aurora,
aos poucos se apagava.
Uma luz que, sem apego e sem demora
ia embora,
pra nunca mais voltar.
pra nunca mais voltar.
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