
Eu sou a mesma
no outro extremo do continente.
E serei sempre a mesma
Mesmo que diferente.
no outro extremo do continente.
E serei sempre a mesma
Mesmo que diferente.
Quem ontem é igual a hoje, me perdoe, não sabe abstrair a essência das próprias experiências. Sim, porque os erros e acertos de ontem, ou até as teimosas reflexões, embaladas a rockn'roll, atrás do volante do carro, movimentam o nosso estável constante. Mudanças de humor, de opinião e de atitude, são as razões que fazem da vida tão emocionante.
Mas o ontem a que me refiro, não se limita ao ontem que aconteceu antes do dia de hoje. É um ontem muito mais abrangente, que é definido pelo sujeito, conforme a importância do seu próprio ontem. E quando o ontem termina, e somos convidados a despertar, cada hoje começa a se desenhar. E eu não sei quanto ao restante de toda a gente, mas se eu não for um caso excepcional, todo o dia de manhã, o acordar é diferente. E a Aurora Catarina se encaixa perfeitamente nesse padrão . Todos os dias acorda de uma cor. É praticamente um camaleão que sofre constantes variações de humor.
Tem dia que ela acorda desejando passar o resto da vida em sono profundo. Geralmente desliga o despertador duas ou três vezes, cobre a cabeça com a coberta, e finalmente se encoraja a pular da cama e enfrentar o dia, com todas as responsabilidades engajadas nele. Sinal que é o dia de limpar a casa, reunião com a chefia, prova na faculdade, visita à sogra e afins. E no ontem desses dias, ela vai dormir desejando acordar somente no depois-de-amanhã. Mas o despertador toca desesperadamente, tira Aurora dos sonhos de menina, e faz ela lembrar que é escrava de suas responsabilidades e de sua rotina.
Tem dia que ela não acorda. O despertador não tocou ? Perdi aula? To atrasada? (...) ufa! É sabado! Nesses dias ela abre o olho e se delicia com o privilégio de dormir infinitamente nos finais de semana. Então lembra que o sábado é ainda o ontem do domingo, e sente inveja de si mesma por poder dormir a hora que tiver vontade, ignorar o despertador e acordar mais tarde. Ou não acordar. No domingo dorme em dobro, pra compensar a segunda, que já é dia de trabalhar.
Tem dia que a menina sai da cama assobiando mais que os passarinhos. Esses, provavelmente, são os dias que sucedem (ou antecedem) o sucesso de algum acontecimento. São os dias pós (pré)-namoradinho, pós (pré)-promoção, ou pós-inverno (a primavera sempre foi um período de muita inspiração com influência direta no humor). São principalmente aqueles dias que finalmente chegam, depois de muita espera. Abrangem também viagens, férias, programações especiais, visitas, dias de salão de beleza, compras, e muito mais. Geralmente, nesse dia, ela levanta uma hora antes do normal, toma banho, faz o cabelo, maquiagem, e sai de casa com uma energia celestial.
Tem dia que ela não dorme. São dias que antecedem noites de vira-e-revira nos lençóis, pensando na solução dos problemas de amanhã. As horas vão passando, o sono não chega, o cérebro não pára de funcionar. E então a menina começa a ficar com raiva do tempo que passa, enquanto ela não consegue descançar. E chega mais perto da hora de acordar. E mais. E mais. Mas pouco depois de pegar no sono, o despertador começa a tocar. E ela levanta, desejando recuperar as horas que passou acordada. Sai de casa com cara de noite-mal-durmida, e sem energia para quitar as preocupações e ter a vida resolvida.
E tem os dias que ela acorda com fome, depois de noites merecidamente divertidas. E dia que acorda com sede, depois de noites regadas a bebida. São momentos que compensam qualquer noite mal-dormida. Mas que não são, e nem devem ser, a único motivo para a graça da vida.
Mas o que vale mesmo, é acordar. É abrir os olhos todos os dias e fazer parte de um todo. É contribuir com algum tipo de mudança, interna ou externa. É se abrir a conhecer, a mudar e viver. É acordar e dominar o humor, antes que ele domine você. É assumir uma atitude positiva e aberta diante da vida. É buscar a graça nas minúcias e sorrir, diante de cada pequena tarefa cumprida.
Mas o ontem a que me refiro, não se limita ao ontem que aconteceu antes do dia de hoje. É um ontem muito mais abrangente, que é definido pelo sujeito, conforme a importância do seu próprio ontem. E quando o ontem termina, e somos convidados a despertar, cada hoje começa a se desenhar. E eu não sei quanto ao restante de toda a gente, mas se eu não for um caso excepcional, todo o dia de manhã, o acordar é diferente. E a Aurora Catarina se encaixa perfeitamente nesse padrão . Todos os dias acorda de uma cor. É praticamente um camaleão que sofre constantes variações de humor.
Tem dia que ela acorda desejando passar o resto da vida em sono profundo. Geralmente desliga o despertador duas ou três vezes, cobre a cabeça com a coberta, e finalmente se encoraja a pular da cama e enfrentar o dia, com todas as responsabilidades engajadas nele. Sinal que é o dia de limpar a casa, reunião com a chefia, prova na faculdade, visita à sogra e afins. E no ontem desses dias, ela vai dormir desejando acordar somente no depois-de-amanhã. Mas o despertador toca desesperadamente, tira Aurora dos sonhos de menina, e faz ela lembrar que é escrava de suas responsabilidades e de sua rotina.
Tem dia que ela não acorda. O despertador não tocou ? Perdi aula? To atrasada? (...) ufa! É sabado! Nesses dias ela abre o olho e se delicia com o privilégio de dormir infinitamente nos finais de semana. Então lembra que o sábado é ainda o ontem do domingo, e sente inveja de si mesma por poder dormir a hora que tiver vontade, ignorar o despertador e acordar mais tarde. Ou não acordar. No domingo dorme em dobro, pra compensar a segunda, que já é dia de trabalhar.
Tem dia que a menina sai da cama assobiando mais que os passarinhos. Esses, provavelmente, são os dias que sucedem (ou antecedem) o sucesso de algum acontecimento. São os dias pós (pré)-namoradinho, pós (pré)-promoção, ou pós-inverno (a primavera sempre foi um período de muita inspiração com influência direta no humor). São principalmente aqueles dias que finalmente chegam, depois de muita espera. Abrangem também viagens, férias, programações especiais, visitas, dias de salão de beleza, compras, e muito mais. Geralmente, nesse dia, ela levanta uma hora antes do normal, toma banho, faz o cabelo, maquiagem, e sai de casa com uma energia celestial.
Tem dia que ela não dorme. São dias que antecedem noites de vira-e-revira nos lençóis, pensando na solução dos problemas de amanhã. As horas vão passando, o sono não chega, o cérebro não pára de funcionar. E então a menina começa a ficar com raiva do tempo que passa, enquanto ela não consegue descançar. E chega mais perto da hora de acordar. E mais. E mais. Mas pouco depois de pegar no sono, o despertador começa a tocar. E ela levanta, desejando recuperar as horas que passou acordada. Sai de casa com cara de noite-mal-durmida, e sem energia para quitar as preocupações e ter a vida resolvida.
E tem os dias que ela acorda com fome, depois de noites merecidamente divertidas. E dia que acorda com sede, depois de noites regadas a bebida. São momentos que compensam qualquer noite mal-dormida. Mas que não são, e nem devem ser, a único motivo para a graça da vida.
Mas o que vale mesmo, é acordar. É abrir os olhos todos os dias e fazer parte de um todo. É contribuir com algum tipo de mudança, interna ou externa. É se abrir a conhecer, a mudar e viver. É acordar e dominar o humor, antes que ele domine você. É assumir uma atitude positiva e aberta diante da vida. É buscar a graça nas minúcias e sorrir, diante de cada pequena tarefa cumprida.
"O mundo reserva as melhores surpresas, a quem oferece o melhor de si para o mundo."
Que lindo Lu!
ResponderExcluirEu sou diferente cada dia... a única coisa que não muda é a vontade de mandar os hosts tomarem no cú! HAushaushas
Bjosss
brigada pelos parabens
briguei com meus amigos mais antigos esses dias
ResponderExcluirjustamente por causa disso
mudanças (e a falta delas) na vida da gente
logo logo vou abrir o coração lá no meu diário
mas bom saber que tem pessoas que pensam assim
mesmo que loooooooonge... hehehehe